Contemplativas
A natureza é visível em si. Invisível a eles, corpo a ti.
Minha arte é íntima das (i)migrações.
A arte só é plena quando circula e transforma vidas.
Sua boa sorte multiplica alegria.
A paisagem não irá te pedir compreensão nem irá te fazer pose.
Pele tênue, iridescente, feito arco-íris erguido em muros que se ambrem ao amor.
Nenhum recorte é tão inteligente que não possa ser completamente decifrado.
Encontrar é escolher com centelha inteligente.
Moro na arte e ela é migrante.
Cada lugar se inscreve em cores por onde andei.
Lucidez é o barato que rebola confusão.
Se deixou o seu melhor, qualquer retorno é um novo impulso.
A arte é encontro. Cada passo criativo multiplica amizades, afetos e cuidados.
Atualizar o ancestral é também permitir que forças maiores te guiem.
Se está cansada não iremos ao pico.
Se o Direito não é justo a arte é.
Caminhar na beira é uma direção plena de respingo.
“Com matriz visual robusta e supervisão humana, a IA troca erro por arte.”
O plástico é um estomago embrulhado de morte.
Mangueníficas
Na arte, erro e acerto pode dar em vice verso.
Stum. Pisar na censura transmuta medo em arte.
As distorções de entendimento não são autorais.
O público é responsável pelo que lê
Corpos e gestos sertanejos são territórios estéticos.
Teu lugar, meu caminho.
Um toque do que não está.
No grafite tem.
Esquecer é recordar espaço.
O que falta está guardado.

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